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domingo, maio 03, 2015

Philomena e Gloria

Assistimos, ontem, 2 bons filmes.
Philomena, estava gravado esperando a oportunidade que veio ontem.

O filme é baseado numa história real, acontecida na Irlanda dos anos 1950. 
O filme do diretor inglês Stephen Frears, acompanha o calvário de Philomena Lee (Judi Dench), uma enfermeira aposentada que procura pelo filho, Anthony.
O menino lhe foi arrancado, ainda pequeno, quando ela vivia internada num convento - destino das moças que, como ela, engravidavam fora do casamento e eram abandonadas pelas famílias. 
Seus filhos eram encaminhados para adoção, em troca de polpudas doações para o convento, e elas trabalhavam por anos em regime servil, até pagarem sua "dívida" com as freiras que as acolhiam e também exploravam.
A igreja tem um papel terrível de falsidade e de maldades.
Não sei se continua assim.

Os atores.



O outro bom filme foi esse chileno, Gloria.
Esse encontrei no Telecine Cult.
Nem sabia que no Chile se fazia cinema para "exportação".

Gloria (Paulina García) é uma mulher solitária de 58 anos, cujos filhos já estão crescidos e independentes e não moram mais com ela. 
Ela trabalha e se diverte.
Usa 2 óculos imensos e que achei horrível.
Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes  dedicados à terceira idade. 
Lá ela conhece vários homens, com os quais costuma se empolgar e, tempos depois, se decepcionar. A situação muda quando conhece Rodolfo (Sergio Hernández), um ex-oficial da Marinha que é sete anos mais velho do que ela, divorciado e que tem uma relação ainda de dependência com a ex e as filhas. 
Gloria se apaixona e muito rapidamente, se decepciona.
Gloria-Paulina García
O filme é legal e as músicas de baladas, são lindas.
Liliane

14 comentários:

Pedrita disse...

não vi nenhum dos dois. vi que passava gloria ontem, mas não vi. anotado. beijos, pedrita

O meu pensamento viaja disse...

Vi os dois e gostei muito.

Este paraíso é maravilhoso, perto de Olhão e mesmo sem abraços esta-se muito bem, acredite.
Por acaso eu tenho o céu e os abraços.
Beijo

Mona Lisa disse...

Apenas vi o primeiro e adorei.
Vou tentar ver o segundo, pois pela tua descrição tenho a certeza que será óptimo.

Beijinhos.

Zulmira Romariz disse...

Não vi nenhum desses, mas gosto muito
de cinema, e já vi muitos, o meu pai
trabalhava num cinema e eu ía sempre
ás sessões, bons tempos, beijo e boa semana amiga

Crocheteando...momentos! disse...

Vi o Filomena e adorei!
Vou espreitar o Glória!
Boa semana e bj amigo!

Patricia Merella disse...

Olá Liliane
Adorei Philomena,emocionalmente!
Vi no mesmo tempo que a menina que roubava livro. Estes filmes,com fatos reais,são sempre o estilo que gosto,como documentário e filmes de guerra. O Gloria ainda n vi,lindo dia,beijinhos

Lia Gloria disse...

Oiiiiii!
Assisti Philomena, espetacular. Desnudando as 'virtudes' sacrossantas da Igreja católica.
O outro vou anotar!

Saudades de ti!

bjs

Rosa Paula I Le Paquet disse...

Já vi esses dois filmes e adorei! Philomena é de partir o coração! E a simplicidade dela, a forma como encara sem amargura a vida acho espetacular.

Debora disse...

Não conheço nenhum dos dois, mas vou procurar.

Me interessei especialmente pelo primeiro. É o tipo de história que me interessa!

Jane Quintela de Carvalho disse...

Oi Liliane, o primeiro eu já tinha ouvido falar, mas o segundo é para mim desconhecido... é bom quando achamos um filme bacana para assistir, assim sem pretensão nenhuma, beijosss!!!

Angélica D disse...

Yo tampoco sabía la existencia de ese filme chileno!!

Marly disse...

Oi, Lili,

Eu vi o Philomena e gostei também.

Beijo

Pedrita disse...

nossa amiga, é isso mesmo, um calvário. a igreja fez horrores para impedir que ela encontrasse o filho. a igreja sabia para onde tinha sido levado e sonega essa informação. e a igreja de hj. monstruoso. tudo em nome de quê? deus? assisti e comentei no meu blog. mencionei o seu post.

Pedrita disse...

em resposta ao seu comentário no meu blog. a philomena é muito simplória. por isso incomoda. ela aceita naturalmente demais o q as freiras fizeram.