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quarta-feira, setembro 09, 2020

Dublinenses e etc


Estou relendo esse meu livro, Dublinenses, escrito por James Joyce (essa é a capa do meu livro).
Fazia pouco tempo (uns 6 meses) que tinha lido e não gostei. 
Daí assisti um vídeo de 2 dos tradutores de James Joyce, da Editora Penguin.
E aí bateu uma total vergonha porque, nada do que eles falavam sobre o livro eu recordava de ter lido.
O jeito foi reconhecer que precisava reler.
Essa minha edição é a 2ª da editora Siciliano e a tradução é de José Roberto O´Shea.
E a releitura do 1º Conto já mostrou uma leitura diferente da que fiz há 6 meses.
Vamos em frente.
Ler é preciso.



Esse livro de Dostoievski "Netochka Nezvanova" comprei numa promoção para o Kindle.
Tem poucas páginas.
A tradução não sei quem fez.
Ontem, fui começar meu tratamento de Fisioterapia e levei o Kindle para ler.
Não gostei.
Aliás, detestei.
Li até o capítulo 13.
E de imediato, deletei do Kindle.
A história não me interessa.


Uma caixa de madeira enrolada em papel amarelo cheio de coisas deliciosas.
Ganhei. 
E gostei muito.
A Infanta Beatriz já tirou o que quer para ela.
A caixa servirá de cama para nossas gatas.


Essa pequena almofada já está enfeitando minha cama, minha vida.
Presente da Infanta Beatriz.
Ela sabe que também amo essa bandeira.

Liliane

domingo, setembro 06, 2020

Recordação da casa dos mortos






Acabei a leitura deste livro de Dostoievski, no Kindle.
Foi uma leitura lenta até porque eu estou criando o hábito de ler mais de um livro de cada vez, desde que os livros sejam bem diferentes.
Não sei quem fez a tradução desta minha edição de 344 páginas, mas é uma boa tradução.
O livro é muito interessante e acredito que possa ser as memórias do próprio Dostoievski que também esteve preso, por uns 4 anos numa prisão da Sibéria.
Recordação da casa dos mortos conta "as memórias" de Aleksander Petrovitch Goriantchkov, um nobre proprietário rural, encontrada numa cesta de papeis deixadas no aposento onde ele vivia após sair da prisão, onde passou 10 anos em cumprimento de uma pena por ter assassinado a esposa numa crise de ciúmes.
É tudo que se sabe sobre o crime. Ou, só isso se sabe sobre o crime.
Nada mais se sabe  de Aleksander Petrovitch Goriantchkov.
Após sair da prisão, Aleksander Petrovitch vai viver na casa desta senhora onde mantém um comportamento calmo, discreto, gostava de se isolar e não fazia amizades.
Sua única ligação com as pessoas se resumia as aulas de francês que dava para a filha de 10 anos da sua senhoria.
E nas sua anotações, Aleksander Petrovitch descreve os vários companheiros que conhece e convive na prisão.
Ele era um nobre e sofreu discriminação por conviver e dividir espaço com todo tipo de presidiários.
O livro merece uma boa nota.

A Amazon faz promoções de bons livros.
Como sou assinante do "Kindle unlimited " tenho acesso a compra de bons livros por preços irrisórios.
Viva a Amazon!

Liliane



sexta-feira, setembro 04, 2020

Que alegria senti de encontrar Fábio, vendedor de abacaxi, no calçadão da Praia de Boa Viagem.
Não conseguia me comunicar com ele nesse período que passou impedido de trabalhar por conta dessa "praga" que nos atingiu.
Imaginava a necessidade financeira que pudesse está passando e estava.
Mandei mensagem pela WhatsApp oferecendo dinheiro para ele comprar os abacaxis.
Depois  a gente resolveria como ele me pagaria.
O importante é que ele pudesse ir na CEASA e comprar os abacaxis.
Não conseguia falar com ele pelo celular.
 
Mas o importante é que Fabio voltou a trabalhar.
A bancada não está ainda cheia de abacaxi, melão e melancia.
Mas breve, estou na torcida, Fábio vai recuperar o dinheiro perdido.
O tempo, esse não tem jeito. Está mesmo perdido.

A bancada ficava assim, lindamente colorida de frutas.
E Fábio alegre com os comentários das doçuras das frutas.






Liliane

quarta-feira, setembro 02, 2020

Brasil enorme



Recebi essa imagem com a imagem enorme de meu país.
Difícil conhecer tudo.
Enorme, enorme.

Liliane

segunda-feira, agosto 31, 2020

Dublinenses - James Joyce


Eu amo ler.
Eu amo tantas outras coisas.
E eu imaginava que tudo que eu tivesse lido ficaria eterno na minha cabeça.
Não fica.
As vezes, como que puxando muito e muito, vem lembranças das leituras.
Mas vem pequenos pedaços.
Por isso é importante riscar, grifar, fazer anotações e depois disso tudo ainda colocar  Adesivos coloridos e transparentes.

Ontem assisti uma Live da Editora Penguin com 2 tradutores sobre James Joyce.
Falaram rapidamente sobre Ulisses, traduzido também pelo Caetano Galindo .
Os comentários que eles fizeram de Dublinenses me deixaram entristecida.
Eu não lembrava de praticamente nada e fiz a leitura em dezembro/2019.
A minha Edição é a 2ª e foi lançada em 1994 pela Editora Siciliano.
Dublinenses do tradutor Caetano Galindo foi lançada em 2018.
Conclusão: preciso reler. 
De Dublinenses que li há menos de 1 ano, não lembro nada.

James Joyce me encantou desde que comprei o livro Ulisses de mais de mil páginas, traduzido a minha edição por Antonio Houaiss.
Nunca li.Ou melhor, li umas poucas páginas que logicamente não lembro de nada
Mas saber que o livro conta uma história que se passa num único dia, deixa qualquer um curioso.

Liliane



quinta-feira, agosto 27, 2020

Manguito Rotador







Estou com um lesão, para mim, grave no Ombro E.
Devo está também com o mesmo problema no ombro D.
Mas como só fiz Ressonância Magnética do ombro E, estou falando nele.
Tem uma rutura antiga de um tal Manguito.
Não conhecia esse Manguito ou não lembrava da existência dele.
Devo ter feito essa rutura há uns bons anos numa das máquinas de musculação
Lembro que fiz Fisioterapia para melhorar a dor que sentia em alguns movimentos.
Mas não tinha ido a especialista em ombro, como fui agora.
E aí a desgraça está velha e completa.
Posso continuar fazendo musculação mas não posso fazer todos os movimentos.
A orientação do Ortopedista é "Fortalecer o Manguito Rotador".
Vou começar Fisioterapia um Tratamento, geralmente longo mas eficaz.

Liliane

terça-feira, agosto 25, 2020

Manhã fria






A manhã mais fria do ano.
Deu 18º.
Essa foto é da janela de minha irmã Suiane que mora no Bairro da Torre, o bairro onde nasci.
Lógico que quando nasci não tinha tantos edifícios.
Mas é um bairro que continua lindo.

Estou me tratando de uma Amigadalite que fazia muito tempo, não tinha.
Tomando medicação mas tomando também muito chá de Gengibre.
E por que o chá se não morro de amores por chás?
Porque corto os pedaços de gengibre, ponho água e por 2 minutos no Microwave..
Depois que a "água acaba", mastigo os pedaços de gengibre.
Hummmm ! Adoro.

Liliane