Só não gostei mais deste filme porque a personagem tem um cabelo horrorosa.
Ser vaidosa, se manter vaidosa, é preciso.
O filme é dolorido e não conheço os atores.
Sou médica há mais de 40 anos.
Nos primeiros 10 anos achava que nós médicos, "éramos imorríveis e indoencíveis".
Depois dos 10 começaram as primeiras cassetadas.
Fui vendo adoecer e até morrer colegas, professores, ídolos da profissão.
De lá para cá novas e terríveis doenças foram sendo diagnosticadas.
Novos e terríveis tratamentos surgiram, mas qualquer tratamento é esperança.
A Demência e as doenças neurológicas degenerativas continuam sendo um grande mistério.
Para mim, descrente de tudo e que só conheço essa vida, é cruel.
O filme conta a história de Ruth Goldman, uma idosa, viúva que cuida da sua casa e de repente é levada pelo seu único filho à sua nova vida em uma casa de repouso para idosos.
Ela não percebe, mas o filho sim, que já não consegue fazer as mesmas receitas dos seus pratos favoritos, na cozinha, entre outras coisas.
A mudança para o novo lar, as novas vizinhas, cria um conflito na sua nova vida.
E aí a gente vai vendo a vida e a rotina de uma boa instituição para idosos, mas vai vendo também a evolução da doença.
O filme foi premiado num Festival em Veneza e a atriz principal tem mesmo 80 anos.
Muito bom. O cabelo da atriz é que é um terror.
Liliane
#fechadocombolsonaro
#freebolsonaro
#bolsonarofree






Um comentário:
O enredo é muito bom, vou colocar na lista! beijos, chica
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