A Cristina continua fugindo da cachorrada. Dá pena. Será que é assim sempre? Um monte de cachorro querendo transar e ela a correr? Sei não. Aqui em casa a coisa é educada. Chamei a veterinária que atende a domicilio mas, na hora que a Ana pode chegar, não encontrávamos os cachorros. Pior, e isso me deixa triste, é que "meus cachorros", que recebem além da ração, carinho, nem dá atenção para meu chamado na hora que correm atrás de Cristina. Eles só pensam nela e naquilo.
Eu penso o que vai sair dalí. Será que é uma mistura de espermatozoide? Vai sair um pedaço de Leonardo, de Bob Esponja, Bob Marley, de Henrique? E quando eles param de correr atás dela? Sei não. Tudo confuso na minha cabeça.
A Zana sugeriu fazer um local para eles ficarem confinados. Mas, no Hospital? Não sou dona do Hospital. Impossível, Zana. A única coisa que posso fazer é chamar a veterinária para vacina-los e trata-los quando feridos.
E vou providenciar a castração deles. Isso é uma coisa que as Prefeituras, todas, deveriam fazer.
Hoje tem festinha aqui em casa. Uma noite de churrasco. Tipo festinha americana. Cada um trás alguma coisa. Churrasco em apartamento a noite só com a minha churrasqueira elétrica. Aliás, detesto aquela fumaceira de churrasqueira de carvão. Nem chego perto. Acho que a gente vai aproveitar para programar a próxima festa anos 70, que eu brilheiiiiiiiii com minha roupinha de época.
Liliane