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segunda-feira, maio 11, 2015

O rosbife das mamães

Não tenho mais mãe.
Mas, mesmo sem ela e sem ficar recordando ela, a gente se reúne nos dia das mães.
Nos reunimos na casa de uma das irmãs.
E eu levei esse rosbife que estava delicioso.
Passei a manhã na cozinha.
Mas não me incomodo, porque gosto de coisas de cozinha(desde que não seja bolos e doces).

Só no tempero
Temperado com alho, pimenta e sal, essa alcatra.
Vai para frigideira com óleo e cebola.
Deixa dourar dos 2 lados e aí, ponhe-se numa assadeira,
Fritando
rodeada de cenoura, batata e cebola pequenas, previamente cozidas, como nessa foto da revista Vital, regando alguma vezes com o caldo que nela se faz.
Já pronto
Aí é só comer e comer.
Liliane

sexta-feira, maio 08, 2015

A teoria de tudo

O "santo" Lima instalou um Programa de filmes, maravilhoso.
Chama-se PopCorn Time.
Foi rapidinho. É free
E agora, disponha dele, além do Netflix, que gosto muito, para vê cinema, sem sair de casa.
Nesse tempo de tanta violência, é uma boa opção.
E eu não ligo por assistir em tela pequena de Computador ou de Notebook.
O Netflix, mesmo tendo opção de vê pela tela grande(tenho o ChromeCast) da TV, as vezes, por comodidade, vejo no IPAD.
Filme
Ontem assisti esse A Teoria de Tudo.
É sobre a vida do físico inglês Stephen Hawking, diagnosticado aos 22 anos com Esclerose Lateral Amiotrófica.
A doença é terrível, progressiva e sem cura, até porque continua desconhecida.
Não gostei do filme.
E a vida da Jane no filme, não é metade do que se sofre convivendo com paciente de ELA.
Não entendi como ela conseguiu engravidar de 3 filhos, casada com ele.
Difícil imaginar. Mas, tudo é possível.

No inicio do namoro.
Liliane

quinta-feira, maio 07, 2015

A gata na mesa

Não sei quanto tempo essa gatinha linda viveu conosco.
Mas sei que não foi muito tempo.
Ela gostava de, na hora das refeições, subir na cadeira e ficar olhando a gente comer.
Sentando
Não mexia em nada.
Não perturbava.
Colocava as patinhas nas bordas da mesa e olhava.
O nome dela era Ana.
Era filha única.
Olhando
Nossas janelas não eram teladas.
E um dia ela pulou da janela da área de serviço e morreu.
Haja choro!
e olhando.
Mas ficou a imagem e a saudade dessa coisa linda da mamãe.
Liliane

terça-feira, maio 05, 2015

Viagem de navio

Por pouco não aceitei o convite para fazer essa viagem de navio, com minha amiga Francy.
Mas o que pesou foi imaginar que chegaria em Lisboa com temperatura que não fosse de frio.
Para quem não se incomoda com calor, pode parecer estranho.
Para mim, não é.
Odeio calor. Fujo de calor.
Só viajo se puder viver o dia todo com roupas de frio(botas e sobretudo)
A cabine
 A cabina é linda e eu penso que é confortável.
Francy
Caso tivesse náuseas, usaria Dramim, bem no inicio do possível mal estar.
Não sei se o navio balança.
Será que balança?
Cabine
Olha que cabine linda!
Mas, combinamos de que quando ela chegar a Lisboa, se tiver frio, avisa.
Pego o avião e vou.
Liliane

domingo, maio 03, 2015

Philomena e Gloria

Assistimos, ontem, 2 bons filmes.
Philomena, estava gravado esperando a oportunidade que veio ontem.

O filme é baseado numa história real, acontecida na Irlanda dos anos 1950. 
O filme do diretor inglês Stephen Frears, acompanha o calvário de Philomena Lee (Judi Dench), uma enfermeira aposentada que procura pelo filho, Anthony.
O menino lhe foi arrancado, ainda pequeno, quando ela vivia internada num convento - destino das moças que, como ela, engravidavam fora do casamento e eram abandonadas pelas famílias. 
Seus filhos eram encaminhados para adoção, em troca de polpudas doações para o convento, e elas trabalhavam por anos em regime servil, até pagarem sua "dívida" com as freiras que as acolhiam e também exploravam.
A igreja tem um papel terrível de falsidade e de maldades.
Não sei se continua assim.

Os atores.



O outro bom filme foi esse chileno, Gloria.
Esse encontrei no Telecine Cult.
Nem sabia que no Chile se fazia cinema para "exportação".

Gloria (Paulina García) é uma mulher solitária de 58 anos, cujos filhos já estão crescidos e independentes e não moram mais com ela. 
Ela trabalha e se diverte.
Usa 2 óculos imensos e que achei horrível.
Como se recusa a ficar sozinha em casa às noites, ela tem o hábito de ir a bailes  dedicados à terceira idade. 
Lá ela conhece vários homens, com os quais costuma se empolgar e, tempos depois, se decepcionar. A situação muda quando conhece Rodolfo (Sergio Hernández), um ex-oficial da Marinha que é sete anos mais velho do que ela, divorciado e que tem uma relação ainda de dependência com a ex e as filhas. 
Gloria se apaixona e muito rapidamente, se decepciona.
Gloria-Paulina García
O filme é legal e as músicas de baladas, são lindas.
Liliane

sábado, maio 02, 2015

Sensor para teto

 Estou síndica do Edifício, desde março.
Assumi o Condomínio com uma dívida no Cheque Especial de mais de R$ 5.000,00.
É fogo, viu?
Mas vamos acabar com a ela, a dívida.
Já descobri vazamentos, grandes vazamentos, de água em 3 aptos, depois da vistoria.
Acho muita cara de pau, o morador e/ou proprietário, com vazamentos e ficar sem resolver o problema.
Tem morador devendo a taxa de condomínio.
Comigo, não tem acordo. Vai para justiça.
Eu, nem os moradores responsáveis, podem ser penalizados.

Edifício
Agora vou tentar diminuir a conta de Energia que já teve 2 grandes aumentos, este ano.
Vou colocar sensor de presença no teto da garagem, que é no sub-solo(bem escura).
O problema é fazer a pesquisa de preço pela Internete, dos armazéns aqui do bairro.
Os fones informados, não atendem.
Haja paciência!
Sensor
Liliane

sexta-feira, maio 01, 2015

Gravity, o filme

Finalmente, ontem, assistimos esse filme num dos Canais da Sky. 
Certamente, repete hoje e eu espero rever as cenas que ficaram em aberto para mim.
Não é um filme de minha predileção.
Tenho medo de vê coisas do espaço. Me assustam, aquelas imagens.
Mas eu tento esquecer o medo e sigo em frente, algumas vezes.
Só não consegui descobrir onde termina o personagem de George Clooney.
Acho que ele desaparece no espaço.
Pedrita(www.mataharie007.blogspot.com.br) pode me dizer.
Alfonso Cuaron-diretor
Esse é o Diretor.
Um mexicano que deu sorte, lá no meu paraíso.
George Clooney e Sandra Bullock
 A Dra. Ryan Stone(Sandra Bullock) é uma especialista de missão em sua primeira missão espacial no ônibus espacial Explorer. Ela é acompanhada pelo astronauta veterano Matt Kowalski(George Clooney), que comanda sua expedição final. Durante uma atividade extraveicular para realizar reparos no telescópio espacial Hubble, o Controle da Missão em Houston adverte a equipe que a Rússia abateu um satélite desativado deles com um míssil, e o impacto gerou uma reação em cadeia que provocou uma nuvem de detritos espaciais viajando em alta velocidade em direção à nave Explorer. Embora de início o comando da missão tenha descartado qualquer ameaça, eles logo detectam perigo e ordenam que a missão seja abortada. A reação em cadeia acaba também destruindo alguns outros satélites, e a comunicação com a Terra acaba se perdendo. Os astronautas, contudo, continuam transmitindo suas informações, na esperança de que o comando da missão possa ouví-los.



 Os detritos chegam e atingem a Explorer, danificando severamente a nave, separando Ryan e deixando-a à deriva. Matt se recupera e consegue resgatar Ryan. Quando voltam à Explorer, descobrem que toda a equipe foi morta, pois a nave foi destruída. Com o jetpack de Matt, eles viajam até a Estação Espacial Internacional (EEI), orbitando a cerca de 100 km dali. Matt calcula que em 90 minutos os detritos completarão uma órbita e voltarão a atingi-los. Enquanto isso, o oxigênio do traje de Ryan diminui até níveis críticos.
Imagem que assuta.
 No caminho, os dois conversam sobre a vida e Ryan revela que tinha uma filha, mas ela morreu ainda criança. Quando eles alcançam a EEI, danificada, mas ainda funcional, eles percebem que a equipe evacuou em um dos módulos Soyuz e que o paraquedas do outro foi acidentalmente ativado, tornando-o inútil para um retorno à Terra. Contudo, Matt afirma que o módulo restante ainda pode ser utilizado para viajar para a Estação Espacial Chinesa Tiangong, onde provavelmente haverá módulos disponíveis para evacuação.
Os lindos, no Festival de Veneza.
Vale a pena assistir.
A gente vê como é pequeno, no meio desse infinito universo.
Liliane