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terça-feira, maio 29, 2018

Hampstead-Nunca é tarde para amar e Documentário sobre Joan Didion





Assisti esse filme acho que filmado na Inglaterra com Diane Keaton.
É uma estória possível de acontecer mas se não fosse as locações lindas deste local na Inglaterra, acho que é uma área de preservação, nem valia a pena de vê.

Uma viúva americana (Diane Keaton) muda para Inglaterra  reencontra o amor em Donald Horner (Brendan Gleeson), um homem de meia-idade, com péssimo aspecto físico e que há 17 anos, vive ilegalmente em uma cabana em pleno parque de Hampstead Heath, em Londres. 
Um grupo de empresários, cujas mulheres são amigas da  personagem da Diane Keaton querem destruir a casa dele para construir imóveis.
E a luta vai para os tribunais.

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E ontem achei esse Documentário na Netflix sobre a escritora americana Joan Didion.
Adorei o Documentário.
Sou apaixonada por Documentários.
Conheci essa escritora quando li um texto do livro escrito por ela, acho que em 2005 "O ano do pensamento mágico."
No livro ela escreve "A vida muda num instante. Você senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente"
Daí fui atrás do livro e devorei a leitura.




O Documentário foi feito pelo sobrinho Griffin Dunne.
Ela apesar de bem envelhecida (acho que foi o cigarro que acabou com a beleza dela) ela está lúcida e vaidosa.
Joan Didion foi casada com o escritor americano John Gregory Dunne, até sua morte na hora do jantar.



A família: Quintana, John e Joan

O último livro publicado pela Joan Didion é "Noites azuis" 






Liliane

segunda-feira, maio 28, 2018

Jantar de um sábado de maio








Gosto de fazer reuniões no nosso apartamento, porque sempre penso que não sei até quando vou poder fazer.
Pode faltar dinheiro e até saúde.
Enquanto se tem, tem que aproveitar.
O sábado 26 foi para arrumar a mesa e o que ia ser servido.

O domingo foi para arrumar o que ficou dessarumado e assistir filmes que comentarei depois.
Liliane

sexta-feira, maio 25, 2018

Presentes da querida Luli

Presentes lindos que ganhei da Luli.

Ganhei da Luli, amiga de Blog. Amamos ler.

Gostei muito do modelo de capa de livro. E do "marcador" de gatinho. E do modelo de como ela faz as resenhas de livros e de filmes. Luli querida, obrigada.

Outros presentes da Luli. Amamos ler e escrever. Presentes dos "deuses."

A Internete me dá oportunidade de conhecer muitas e muitas pessoas.
E entre essas pessoas, conheci a Luli que tem um Blog de nome lindo (www.cafecomleituranarede.blogspot.com.br).
Recebi dela esses presentes que estão nas fotos.
As resenhas que ela faz de livros são, para mim, maravilhosas.
Aprendo com ela, assim como aprendo com as resenhas de filmes do Hugo (www.cinema-filmeseseriados.blogspot.com.br).
Obrigada, querida Luli.

Liliane

quarta-feira, maio 23, 2018

Philip Roth



Soube agora pela manhã da morte aos 85 anos de Philip Roth , em New York onde morava.
Li sempre muitas coisas(reportagens) dele na imprensa.
E quando viajo procuro nas pessoas com quem cruzo nas ruas, as pessoas que admiro.
Só tenho 3 livros dele.
O primeiro que comprei, num Sebo ou numa feira de livro, foi "O Complexo de Portnoy" que foi uma leitura completamente diferente do que eu imaginava.
Comprei imaginando que existisse um "complexo" psiquiátrico com esse nome.

Depois li "Patrimônio-uma historia real", um livro muito bonito que conta um episódio real e trágico  envolvendo seu pai que ainda residia em New Jersey, e narra o lento processo de agonia e decadência física de um octogenário.
Doi na alma, para quem tem alma.
Nessa época acho que estava ainda casado com a atriz Claire Bloom

E li "Diário de uma ilusão" narra a estória de um rapaz de família judia que escreve até que surge a oportunidade de publicar numa revista e o pai tenta faze-lo desistir por achar que está denegrindo os judeus.

"Animal agonizante" e "Adeus Columbus" são livros que ainda preciso ler.

Numa das últimas entrevista ele disse: "Ao fim de cada dia me espanto por continuar aqui".
Deve ser terrível essa sensação de fim.

Comigo não tem essa estória de dizer para quem quem morre, "vá em paz".
Porque tudo que você quer na vida, se pudesse, era nem envelhecer, nem morrer.
Liliane



sou be agora deNuma última entrevista disse que "Ao fim de cada dia me espanto por continuar aqui."

segunda-feira, maio 21, 2018

A "Infanta" Beatriz e a Série Merlí








Este final de semana nem cheguei perto do meu amado Computador.
A Infanta Beatriz, que como eu, acorda de madrugada, tomou conta dele.
Estive ocupada com outras coisas (Leitura) e fui deixando ela ocupar o espaço que é meu (risos).
Mas sempre penso que tenho que aproveitar enquanto ela, a querida e linda Beatriz, que parece muito com minha filha nessa idade, está querendo ficar por perto de mim.
Nossa cama é um território sempre ocupado por ela.
Vem com o Mini Ipad dela e com o celular dela.

E eu no meu mini Ipad, assisti toda 1ª temporada da Série Merlí, da Netflix.
Merlí é um Professor de Filosofia (e até revi alguma coisa dos filósofos), num Colégio onde seu filho que é gay, ainda não assumido, também é seu aluno.
As cenas se passam quase sempre dentro de sala de aula.
Muito bom rever salas de aulas.
Merlí é descasado, mora com a mãe, uma artista de teatro clássico e o filho, Bruno.
A relação de pai e filho é meia conturbada porque o filho parece ter vergonha do comportamento do pai, nas aulas.
E Merlí faz sucesso, ensinado e enciumando os outros professores.
O filme é espanhol e vi que de espanhol não entendo nada.
Ou o espanhol da Espanha é bem diferente do espanhol da América do Sul.
A série é muito boa.

Liliane


quinta-feira, maio 17, 2018

O dia do Gari



Ontem, 16 de maio, foi o dia do Gari.
Fiz minha homenagem ao trabalho deles, no Facebook.
Mas não dá para deixar em branco, aqui no Blog, meu agradecimento.
Sei que eles limpam, varrem, recolhem o lixo e esse povo podre torna a jogar lixos nas ruas.
Sempre cumprimento-os quando passo junto da algum.
Se ele não dá importância, eu dou.

Achei essas fotos na Internete.. 
Tinham muitas outras lindas fotos.

Liliane






quarta-feira, maio 16, 2018

A época da inocência (The age of innocence)





Revi ontem na Netflix esse filme lindo de 1994, "A época da inocência" do Diretor Martin Scorsese.
A estória vai acontecendo na voz de uma narradora Joanne Woodward que foi a casada com Paul Newman até sua morte em 2008.

"É uma adaptação do livro de Edith Wharton, vencedor de algum grande prêmio, sobre um triângulo amoroso entre três membros da alta sociedade na Nova York de 1870. 
Um homem nobre(Daniel Day-Lewis) se casa com uma moça bem educada e bonita, porém sem charme (Winona Ryder) e acaba se apaixonando uma prima da mulher que uma mulher divorciada e independente (Michelle Pfeiffer) com um passado escandaloso para a época".

Os cenários são belíssimos e de muito luxo.
Geraldine Chaplin faz o papel de mãe da mocinha May (Winona Ryder).
Penso que a independência e a beleza da personagem da Michelle Pfeiffer é crucial para sucesso dela naquela sociedade tão cheia de preconceitos.
Muito bom filme.
Liliane