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segunda-feira, julho 06, 2015

Nebraska e Christmas, again

Este final de semana, ainda de chuvas, foi bom para vê cinema, na Sky.
Este mês tive um problema de não pagamento com a Sky, por conta do Banco do Brasil.
Todas as minhas contas são em Débito Automático, faz muito tempo.
De repente, bem de repente, na tela da TV aparece, várias vezes, um aviso para ligar para a Sky.
Daí fui ligar e descobri que o Banco, por conta própria tinha cancelado meu débito automático.
Como? E pode? Quem pediu? E não avisam? 
Não é falta de $$ na conta. Então por que isso?
E eles, o Banco, assume a m..... que fez? Não, não assumem. 
Quando ligo para o Banco, arretadíssima, porque eles não assume o erro, quase faço cavalice com o "telefonista", que na verdade não tem nada com o erro nem com minha raiva.
Mas eu sempre peço desculpas. Digo que a raiva não é dele, mas da instituição.

Bom, resolvido o problema, vamos em frente que atrás vem gente.

Assisti esse filme, Nebraska, pela 2a vez.
Nebraska, foi para mim uma lição de amor de um filho para seu velho pai.
O filme é em preto e branco. 
Assim como está nessa foto.
Vale a pena, assistir.

Bruce Dern
 Woody Grant (Bruce Dern) é um homem idoso que acredita ter ganho US$ 1 milhão após receber pelo correio uma propaganda. Decidido a retirar o prêmio, ele resolve ir a pé até a distante cidade de Lincoln, em Nebraska. Percebendo que a teimosia do pai o fará viajar de qualquer jeito, seu filho David (Will Forte) resolve levá-lo de carro. Só que no caminho Woody sofre um acidente e bate com a cabeça, precisando descansar. David decide mudar um pouco os planos, passando o fim de semana na casa de um de seus tios antes de partir para Lincoln. Só que Woody conta a todos sobre a possibilidade de se tornar um milionário, despertando a cobiça não só da família como também de parte dos habitantes da cidade.
Nebraska
E no Sundance Channel vi ontem esse filme com ator para mim, desconhecido.
O Sundance Channel tem programação com filmes "papo-cabeça"( que geralmente, não entendo) e filmes independentes.
Uns muito bom. Outros nem tanto.
Esse, não sei se assistiria de novo.
Por aqui é o Canal 68.1.

Christmas, again
Esse Christmas Again, com esse ator bonito mas desconhecido para mim(Kentucker Audley), achei monótono.
É a história de um vendedor de árvores de natal, num trailer numa rua de New York.
Eles vende todas as árvores, até na própria noite de Natal.
O bom é vê as pessoas passando numa das ruas do centro de NY.
Bateu saudades do meu paraíso.
O ator
 Sundance Channel é, aqui, o 68.1
Bonito
Liliane

domingo, julho 05, 2015

Chuvas, alagamentos

Tem chovido muito por esses dias aqui na cidade e na região Metropolitana.
Sempre ouvi dizer que Recife tinha sido construída abaixo do nível do mar.
Então, sempre seremos reféns de mares, de chuvas.
Mas se as Prefeituras fazem seu serviço, o povo não faz.
Não teríamos alagamento dessa imensidão se o povo não jogasse lixo nas ruas.
E é no Brasil todo.
Morei em outras cidades e vi tudo igual.
Nem o tempo, fez eles melhorarem.
Olha as imagens que encontrei na Internete.
Assustadoras.
Depois que a água baixa, eles vão limpar a casa e sujar, novamente, as ruas e canais.

Medo
Olha o que jogam no lixo, nos canais, nas ruas? 
Não lembram que quando alaga, eles serão prejudicados.
E as Prefeituras tem serviços de descarte desses materiais. 
É só ligar. E liga grátis.

Nojentos
Olha o trabalho desse gari.
Mas tenho quase certeza que quando ele sai do trabalho, ele mesmo vai jogando lixo nas ruas.
Povo nojento
E aqui os inconsequentes. 
Na água podre de alagamento, tomando banho, passeando.
Depois adoece e vai "pedir pinico" nos ambulatórios.
Ignorância
Não tenho pena. Quem tem pena é passarinho.
Tenho pena de meu trabalho está sendo jogado no lixo.
Liliane

quarta-feira, julho 01, 2015

"Cala a boca, Magda"!

"Magda", nunca comeu mandioca.

Mandioca

Mulher sapiens?
Liliane

terça-feira, junho 30, 2015

PanCristal

Só esta semana, conheci as massas prontos para Bolos, da PanCristal.
A PanCristal, fábrica, fica numa cidade do Interior de Pernambuco. A cidade de Surubim.
Adorei essa opção.
E como sempre faço quando gosto de uma coisa, escrevo e/ou telefono, elogiando.
Geralmente, as pessoas nunca lembram de elogiar.
Eu lembro. Sempre.
Delícia.
A massa vem totalmente pronta.
Só precisa, untar e colocar na fôrma.
Em torno de 45 minutos, o bolo sai pronto, prontinho.
Delícia.
Pão Francês, é o preferido da Infanta Beatriz.
Já comprei algumas vezes mas de outra marca.
Agora, só vou comprar PanCristal para valorizar o produto regional.

Para festa
O Bolo de Chocolate, já comprei mas ainda não fiz.
Não sei dizer se a calda vem junto a embalagem. 
Outra delícia.
O Bolo Pé de Moleque, é uma delícia.
Esse já aprovado. Aprovadíssimo.
Liliane

segunda-feira, junho 29, 2015

Da minha janela

Desde ontem que chove na cidade.
E muitas áreas estão alagadas.
Barreiras caíram, junto ao lixo que esse povo nojento, insiste em não descartar como já está cansado de saber.
A cidade foi construída abaixo do nível do mar, sempre ouvi dizer isso.
E se vc insiste em jogar lixo nas ruas, piora tudo.
Ô povo burro!
Assustador
Minha mãe tinha medo dessas nuvens escuras.
Eu também.
Parece que o mundo vai se acabar.
Fecho as cortinhas para não precisar vê.

Ia caminhar, hoje de manhã.
Mas quando vi essa nuvem escura, desisti.
Eu até gosto de tomar banho de chuva, mas tenho medo de raios e trovões.
Vai mas não vai
O sol teimava em querer aparecer.
Mas, foi vencido.
Nuvens escuras.
 Torcer para amanhã, o dia amanhecer bonito.
Só da janela.
Liliane

domingo, junho 28, 2015

Paris a qualquer preço

Assisti a esse filme por esse dias e amei.
Não lembro qual Canal da Sky.
Deve ter sido num dos Telecine.
O filme é muito bom e se tiver tempo, sim, porque tempo é uma coisa muito importante na minha vida, vejo outra vez.
O filme é uma comédia, mas uma comédia agradável e de bom gosto.
Quem é a atriz, não sei.
O filme é francês.
Maya
Sinopse do filme.
Maya, de origem marroquina que vive em Paris há 20 anos. É a garota da moda. Em ascensão, ela está prestes a obter seu primeiro CDI estilista na casa de moda que ela trabalha. Mas em uma abordagem policial de rotina, descobrem que sua autorização de residência expirou, e terá que retornar em menos de 24 horas para o Marrocos. Voltar a este país e esta família que ela queria esquecer. Choque de culturas, choque de preconceitos, Maya vai fazer de tudo para voltar. Realmente tudo. Quando o futuro na moderna Paris torna-se a sonho de um imigrante sem documentos.

Os dias dela e a luta dela para largar o Marrocos e aquela vida atrasada, é uma delícia.
Pedrita, não perca.

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Sobre "Kevin", o filme, quero dizer que, como médica, atendi, não Kevins, mas muitas mães de Kevin.
No filme, quem não enxerga o filho psicopata, é o pai.

Liliane

sexta-feira, junho 26, 2015

Precisamos falar sobre o Kevin-filme

Finalmente, ontem, pelo Netflix e muito bem acomodada na nossa cama, com o IPAD assisti esse filme, que é baseado numa história real.
O filme, como filme, é bom.
Mas a história é terrível. Assustadora.
Os pais.
Esse é o casal, pais do monstro.
A mãe, vive eternamente, descontente com o mundo.
E com essa cara de idiota.
Mas é dela mesmo.
O casal se ama.
E dão amor a esse monstro.
Tilda Swinton
O filho, é um monstro travestido de criança.
Desde o início, se observa pelo comportamento que ele odeia a mãe, a irmã e tolera o pai
O monstro ainda criança.
Aqui o filho já adolescente e próximo de cometer o assassinato em série, numa Escola, depois de matar o pai e a irmã, menor, com flechas.
Só sobra a mãe, que, idiotamente, ainda vai visita-lo, com essa mesma cara de desajustada, na cadeia.
Adicionar legenda
Aqui vai a análise que encontrei, sobre o filme, no site ADORO CINEMA. 
"Desde o primeiro minuto de Precisamos Falar Sobre o Kevin o espectador sabe que algo dará errado. Muito errado. A impactante cena inicial mostra uma multidão em meio a um líquido vermelho, semelhante ao sangue. Uma imagem forte para começar a contar a vida de Eva (Tilda Swinton, em atuação digna de Oscar), através de um quebra-cabeças repleto de variações no tempo de forma que se possa conhecer seu presente e passado. Agora, ela é um pária na cidade, maltratada por quase todos que a encontram. No passado teve uma vida feliz, ao lado do marido Franklin (John C. Reilly). Algo muito grave aconteceu entre estas duas épocas. Seu nome é Kevin, o primeiro filho do casal.

Em certos momentos Kevin lembra Damien, o anticristo da série A Profecia, só que sem qualquer característica religiosa. Ele é “apenas” uma criança má, desde o nascimento, especialmente com a mãe. Há uma implicância natural que faz com que Eva entre em desespero e sinta-se frustrada. O carinho natural de mãe aos poucos se transforma em temor, com o passar dos anos. Ao mesmo tempo há a sensação de responsabilidade e, de certa forma, culpa, por tê-lo criado. Este difícil relacionamento é pontuado por cenas magistrais, que retratam a esperança da mãe em ser aceita pelo filho e a constatação de que ele, na verdade, a odeia."


Para mim ficha ainda não caiu.
O filme é assustador.
Tive vontade de entrar na tela e estrangular esse monstro.
Liliane