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sexta-feira, junho 29, 2012

Samantha

Hoje faz 1 ano que precisei sacrificar minha gata preta, linda, carinhosa e dengosa, Samantha.
Eu encontrei essa gata abandonada no estacionamento do Hospital.
Foi amor ao 1º miado.
Ela apesar de ser da rua adaptou-se bem no nosso apto.
Como foi difícil a hora de sacrificar.
Estive ao lado dela até o fim cantando e acarinhando.
Eu sou agnóstica, materialista toda.
Mas para quem não é, gata tem alma e vai para o céu.
Alma de gata?
Liliane

quinta-feira, junho 28, 2012

Vamos flexionar e hidratar?

Tenho na mesa de cabeceira esse Flexionador de mãos e punhos.
E todas as noites, enquanto vejo TV faço uso dele.
A gente tem que lembrar que é necessário malhar punhos e mãos.
Na Academia tem esse aparelho mas preferi comprar e fazer nessa hora.
O medo que, com o tempo, a gente tenha dificuldade de manusear e isso eu não tenho dúvida de que vai ocorrer, me faz prevenir.
Não quero correr o risco de ir atrás do prejuizo. Eu não quero ter esse prejuizo. E depois do exercício, hidrato bem muito as mãos e ponho uma bela luva sem dedos.
Mãos é um terror para envelhecer.
Acho que envelhece 1º que a cara, o corpo e a mente.
E é dificil de recuperar
Essas cores e modelos, encontrei aqui no Google.
Mas comprei dessas luvas numa das viagens e me sinto "maravilhosa" enluvada e hidratada.
E fica bonitinho dormir de luvas.
Aqui, como faz um calor insuportável, luvas só serve para isso.


Lembrem-se de hidratar as mãos.

Tenho frasquinhos com hidratante em todas as bolsas e nos carros.

Liliane


terça-feira, junho 26, 2012

Rive Gauche

Tenho uma vizinha, uma senhora bonita e elegante que a cada vez que entra no elevador deixa um rastro de perfume. Um delicioso rastro.
Um perfume tão gostoso que mesmo não estando com ela, no elevador, eu posso saber que ela por ele passou.
Raramente, encontro-a.
Mas ontem, encontrei-a junto com um filho e daí, na maior cara de pau, perguntei o nome do perfume.
Rive Guache de Yves Saint Laurent é esse o perfume enlouquecedor.
Disse a ela de como é agradável sentir aquele perfume.
O filho, com a aparência mais envelhecida que ela, ficou envaidecido.
Eu, também, ficaria.
Daí vim para Internete procurar o perfume.
Sou assim mesmo. Imediatista.
Cansei, desde ontem, de procurar para vender e não encontrei.

E qual deles comprar? Qual o que ela usa?
Masculino? Esse da cx preta?
Ou aquele da cx azul lá de cima?
Amo perfume masculino.
A maioria dos meus perfumes são masculinos.
Como não perguntei a ela, fica para outro encontro no elevador.
Mas já fui na loja de perfumes importados, aqui em frente, procurar o perfume.
Não tem mas, pode-se conseguir(?).

Sei que perfume tem muito de pele.

Talvez em mim não fique o rastro de perfume igual ao dela.

Mas vou tentar, claro.

Eu tenho excelente perfumes.

Uso sempre.

Sinto uma raiva danada de chegar aos locais e não ser "localizada" pelo perfume.

Vou tentar mudar isso com mais um perfume.

Vou encontrar o Rive Gauche.

Aqui ou lá no "paraíso" na minha viagem no final do ano.

Liliane




domingo, junho 24, 2012

Suiane e Risoto de Camarão

Ontem, foi aniversário de minha irmã Suiane.
Ela gosta de comemorar, sempre, com uma feijoada, na casa de mamãe.
Minha irmã é dentista da Prefeitura e mora num bom apto.
Mas não tem qualquer habilidade doméstica.
Não tem e acho até que "tem raiva de quem tem".
Acho que ela nem sabe pregar botão. Será?
Bom, ontem, não foi diferente.
Ela comemorou.
Estavam lá meus irmãos e amigos nossos.
Antes de sair de casa, comi o que devia.
Chegar lá de barriga já cheia é um bom remédio para não comer além da conta.
E eu não morro de amores por feijoadas.
Porque penso nas calorias e no tanto que vou precisar malhar para eliminar.
Para mim, qualquer grama de peso equivale a quilos.
E eu sei como é ruim e trabalhoso, perder.

Esta é Suiane, num papo-cabeça com Steven Spielberg no Museu de Cera lá em NY.
Não tenho a menor ideia do que ela "conversava". Mas, conversava.
Como somos loucas por cinema, entendo perfeitamente o interesse dela pelo cineasta.
Museu de Cera é tudo muito perfeito, eu acho.

Aqui ela ao lado de John Wayne, no mesmo Museu.

Parabéns, Suiane.

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Hoje, fiz para o almoço esse Risoto de Camarão.

Eu costumo comer camarão com as cascas. Tiro só a cabeça e um pedacinho do rabo.

O resto vai com tudo.

Nem tenho paciência de descascar e imagino que a casca vá ajudar na digestão.





Na foto acima já com o Creme de Soja.






Aqui, ainda cozinhando.

Risoto tem, também, muitas calorias.

Estou "lascada". Haja malhação.

Liliane







sexta-feira, junho 22, 2012

Vamos cantar?

Fui caminhar no calçadão da Av. Boa Viagem e senti um vontade louca de cantar.
E saí cantando baixinho. Mas a vontade era de cantar alto.
Daí que quando cheguei em casa, abri o bocão e cantei quase tudo que estava com vontade.
Não satisfeita liguei o computador e no site VAGALUME, vi as letras de músicas que queria cantar. Continuei cantando. Muito mal, mas cantando.
Desde pequena fui incentivada a cantar.
Meu pai cantava muito. Tinha uma voz linda.
Minha família paterna é muito musical. Ou foi musical.
A gente cantava sempre nos finais de semana em reuniões familiares.
As vezes era até chato. Porque eu queria brincar e tinha que cantar.
Fiz parte de um conjunto musical chamado "Silver Kids".
Fui "cantora" até o 2º ano da Faculdade.
Daí acabou minha "carreira".
Cantar é coisa séria.

Pessoas caminhando no calçadão e eu cantando.
Só sei que agora não canto mais nada.
Desafino, horrivelmente.

Agora vou para cozinha cantar e dublar "Started a Joke"-cantado por Robin do Bee Gees, enquanto oriento a serviçal para o almoço
Amanhã é feriado por aqui.
Liliane

quarta-feira, junho 20, 2012

Vassoura para janelas

Esse início de semana foi meio complicado. Quase não vim ao computador.
Vou trocar o piso "nojento", de mármore, do Hall de entrada do meu amado apartamento, por porcelanato branco, bem branco e bem brilhoso.
Não estou com um pingo de pena de mandar arrancar o mármore.
Cansei de esfregar, de passar "miles" coisas e o mármore continuar feio e manchado.
Daí que, em concordância com a vizinha, pois o hall é do meu apto e do dela, vamos colocar, porcelanato. Bem brilhoso.
A gente só vive uma vez na vida.
E eu penso que é preciso aproveitar esse tempo para ter algum brilho. Qualquer brilho.
Então, vou ter o chão brilhando.

Daí que procurando o Porcelanato mais branco e mais brilhoso em lojas de construção, lembrei de procurar uma vassoura para limpar os vidros do lado de fora das janelas.
É muito complicado. E até agora, impossível.
Não encontrei, por aqui, nada parecido com essa vassoura.
Vassoura com braço dobrável.


Todas as nossas janelas são teladas por conta da Infanta.
E também pelas gatas.


A gente consegue limpar, por fora, um pequeno pedaço da janela.

Até onde o braço consegue ir.

O resto é esperar que essa vassoura mágica, apareça por aqui.

Liliane





domingo, junho 17, 2012

Uns medos.

Quando era pequena, lembro de que tinha verdadeiro pavor de bois ou vacas.
Não sabia nem fazia diferenciação entre um e outro.
E eu estudava numa escola na minha rua que para chegar até lá tinha que atravessar um matagal, não tão matagal, como esses da fotografias que encontrei na internete.
Minha mãe já com alguns dos 9 filhos não podia parar para me levar na escola.
E o jeito era ficar no portão esperando que alguém passasse para eu ir ao lado, acompanhando.
Ou esperar minha professora que passava em frente a minha casa.
Que pavor que eu tinha.
Eu tinha medo de correr até a escola porque imaginava que os bois iam correr atrás de mim.
E eles ficavam assim como nessa foto, olhando as pessoas que passavam.
Provavelmente, hoje eu imagino, com medo da gente.

Depois de muitos anos, lembrei que o medo devia ter começado na Exposição de Animais no Bairro do Cordeiro, onde papai e mamãe tinha nos levado a passeio.
A gente não viu o boi "bravo" que se soltou.
O que a gente viu foi um mundo de gente correndo, caindo e se machucando para sair do local.
Lembro muito bem de segurar fortemente na mão de meu pai ou da minha mãe.
E lembro deles nos segurando, eu e meus irmãos.
Não caímos, nem os machucamos mas, esse medo viveu comigo por muitos e muitos anos.

Cresci e o medo foi embora que nem deu para perceber.
Voltei muitas e muitas vezes na Exposição da Animais(minha mãe mora ao lado) sem qualquer medo. Mas as lembranças daquela correria não saem da minha cabeça até hoje.
Não quero que saia. Elas não mais me amedrontam.
Consigo chegar perto de vacas, cavalos, porcos, etc, etc, sem medo. Com cuidado. Mas não com medo.

Com o tempo criei uma relação afetiva importantíssima com animais.
E sempre que viajo vou conhecer os zoológicos da cidade.


Agora tem um animal, que quero morrer com medo dele.
É o sapo. E a família e os descendentes dele.
Não vejo nem em imagens.
Fiquei em recuperação, uma única vez na minha vida toda, na cadeira de Fisiologia, só porque na prova prática tinha que falar da aula com sapo.
A Dra. Nair Teodósio não aceitou trocar o assunto e eu travei.
Quem não tem medo de sapos que fique com eles.
Eu não preciso de perder esse medo.
Eita! Ia esquecendo. Também não gosto de palhaços. Por que? Não sei.
Liliane