Eu amo botas.
Infelizmente, moro num lugar muito quente e que não combina com botas.
Mas quando viajo, e só viajo para locais e em períodos de frio, muito frio, carrego minhas botas.
Aliás, já saio daqui, mesmo num calor de rachar, montada nas botas.
Por pouco não durmo com elas.

E prefiro as botas de cano longo.
Essa da foto acima, comprei no ano passado. Para viajar.
Aqui só se encontra botas, em vitrines, no meio do ano.

Aqui algumas das botas que tenho.

Hoje pela manhã fui levar umas das botas para uma loja de conserto de sapatos.
Como é difícil encontrar estacionamento em frente ou próximo a loja, fui andando.
De tenis.
Como se fosse para academia.
Andei por 8 quadras para chegar na Sola Rápida.
O que encontrei de buracos nas calçadas me deixa, totalmente, descrente de que alguma coisa vá mudar na administração pública, enquanto tive eleitores sem rumo e sem prumo.
Assim como Beatriz dos olhos azuis, a infanta magra e linda, filha da minha filha, conta os gatos que encontra pela rua, nos dias que vai para aula de natação, eu deveria ter contado os buracos que encontrei no caminho.
O medo de levar queda, de fazer uma Entorse de Tornozelo me acompanhou por todo percurso de ida e de volta.
Foram 16 quadras.
Cheguei inteira.
Amanhã vou de novo.
Desta vez, contarei os buracos.
Liliane